natureza política

2022

Rede RUN de Rios Urbanos Naturalizados: a
contribuição da Universidade Federal de Minas Gerais.

Programa de Extensão Natureza Política

Artigo: Rede RUN de Rios Urbanos Naturalizados: a contribuição da Universidade Federal de Minas Gerais.

2021

E-book Natureza Política: Rupturas, aproximações e figurações possíveis 

ArquiSur

E-book: Natureza Política

Biopotent social technology: occupations park and university extensions

Frontiers of Science and Technology: Reports on Technologies for Sustainability – Selected extended papers from the Brazilian-German Conference on Frontiers of Science and Technology Symposium (BRAGFOST)

Artigo: Biopotent social technology – occupations park and university extensions

2020

Quem ocupa constrói contracondutas

Caderno de Arquitetura e Urbanismo – PUC MINAS

Artigo: Quem ocupa constrói contracondutas

2019

Quatro experiências extensionistas_ deslocamentos espaciais e narrativos

Revista Interface 

Artigo: Quatro Experiências Extensionistas – Deslocamentos espaciais e narrativos

Resíduos sólidos nas ocupações urbanas autoconstruídas_ aproximações entre práticas cotidianas e os princípios da sustentabilidade sociocultural

ArquiSur

Artigo: Resíduos sólidos nas ocupações urbanas autoconstruídas – aproximações entre práticas cotidianas e os princípios da sustentabilidade sociocultural

2018

Tecnologia social biopotente_ Parque das Ocupações e extensão universitária

Revista Indisciplinar 

Artigo: Tecnologia social biopotente – Parque das Ocupações e extensão universitária

2016

Natureza urbana e produção do comum grupo indisciplinar: método, ativismo e tecnopolítica na defesa dos bens comuns

ContestCities

Artigo: Natureza urbana e produção do comum grupo indisciplinar: método, ativismo e tecnopolítica na defesa dos bens comuns

Parque das ocupações: convivência e preservação mútua entre a ocupação urbana e a área ambiental de preservação permanente

ArquiSur

Artigo: Parque das ocupações: convivência e preservação mútua entre a ocupação urbana e a área ambiental de preservação permanente

linguagens técnicas e poéticas

As significações imaginárias e simbólicas sobre o que sejam “cidades mais justas e sustentáveis” são diversas e atravessadas pelos valores instituídos. Para ampliar tais significações é preciso acionar linguagens diversas, oriundas dos campos técnicos e poéticos.

narrativas

Para um mesmo fato, surge mais de uma narrativa que explica/justifica tal fato, ou seja, há muitas figurações que precisam ser expandidas, antes que se faça uma separação precoce do que possa ser falso ou verdadeiro, exato ou figurativo. A partir da diversidade de narrativas, orbitam atores humanos e não-humanos diversos, antagônicos ou não.

cartografia

A cartografia como metodologia assume a pesquisa como dispositivo de intervenção, produtora de acontecimentos abertos à imprevisibilidade da ação.


O movimento alternado do observador-pesquisador, ora em direção ao processo que pretende analisar, ora se afastando dele, desestabiliza a separação entre sujeito e objeto, tornando sujeitos políticos tudo e todos os envolvidos nos processos, com vozes e saberes a serem compartilhados, e, por isso, passíveis de transformação.

assessoria técnica

Várias atividades extensionistas desenvolvidas pelo Natureza Política se aproximam das práticas de Assessoria Técnica, na medida em que demandas socioespaciais são trazidas por moradores e/ou lideranças comunitárias. Contudo, essas demandas são sempre problematizadas, tendo em vista a sua articulação à pesquisa e à produção de uma ciência viva e engajada socialmente, na fricção do erudito e do popular, resultando em um conjunto de técnicas e procedimentos coletivamente acordados, que visa a inclusão social e a justiça ambiental.

giro epistemológico

O chamado “giro espacial” é identificado a partir de uma mudança de ênfase da dimensão temporal para a dimensão espacial da sociedade, mudança esta ocorrida, aproximadamente, a partir do início da década de 1980 em termos da reflexão teórica, mas com raízes concretas que remontam aos movimentos culturais e eco lógicos dos anos 1960-70. O termo “giro decolonial” foi “cunhado originalmente por Nelson Maldonado-Torres em 2005” e “basicamente significa o movimento de resistência teórico e prático, político e epistemológico, à lógica da modernidade/colonialidade.

(HAESBAERT)

práxis instituinte

A única práxis emancipadora é aquela que faz do comum a nova significação do imaginário social. Isso significa também que o comum, […], sempre pressupõe uma instituição aberta para a sua história, […], para tudo aquilo que funcione como o seu inconsciente.

(Dardot&Laval, 2016, p.368)

comum

O comum deve ser pensado como co-atividade (…) somente a atividade prática dos homens pode tornar as coisas comuns (…), pode produzir um novo sujeito coletivo.

Se existe “universalidade”, só pode ser trata-se de uma universalidade prática.

(Dardot&Laval, 2016, p.40)

imaginários radicais

A história é impossível e inconcebível fora da imaginação produtiva ou criadora, do que nós chamamos imaginário radical tal como se manifesta ao mesmo tempo e indissoluvelmente no fazer histórico, e na constituição, antes de qualquer racionalidade explícita, de um universo de significações.

(Castoriadis, 1982, p.176)

emancipação

A emancipação advém tanto da compreensão dos mecanismos de poder e sujeição, quanto da destituição da forma de agência que tais mecanismos pressupõe (…) A emancipação é uma deposição do saber, é uma decomposição da voz e a instauração de uma nova gramática de poder na vida social.


(SAFATLE)

dispositivos

“Um conjunto decididamente heterogêneo que engloba discursos, instituições, organizações arquitetônicas, decisões regulamentares, leis, medidas administrativas, enunciados científicos, proposições filosóficas, morais, filantrópicas. Em suma, o dito e o não dito são os elementos do dispositivo”


(Foucault, 2015, p.364)

poder

O poder tem que ser analisado como algo que circula, ou melhor, como algo que só funciona em cadeia.


(FOUCAULT)